domingo, 29 de março de 2009

Amigas para sempre



Se você é daqueles que acha que cão e gato não podem ser amigos, olhe que história linda saiu na Folha Online. Há dois anos atrás, a Fubeca, uma cachorrinha que hoje tem seis anos, foi com sua dona a um abrigo de animais para escolher um amiguinho para morar com elas. Chegando lá, Fubeca se encantou com Estopa, uma gatinha que tinha só dois meses de idade e que estava muito fraquinha porque tinha acabado de sofrer uma cirurgia.
A dona da Fubeca resolveu adotar a Estopa mesmo assim, só que na primeira noite em casa a gatinha teve muita febre. Foi então que a Fubeca, mesmo sem estar grávida, começou a produzir leite e pôs-se a amamentar a gatinha. Estopa logo começou a melhorar e, desde então, mama todo dia na Fubeca, que continuou a produzir leite. Assim, elas acabaram virando "mãe e filha" e a cachorra só sai para passear se a gatinha for junto.

sexta-feira, 20 de março de 2009

Flagrante

A pombinha da foto foi pega em flagrante. Ela roubou uma rosquinha em um apartamento, mas o jeito que ela arrumou para carregar o objeto do roubo a denunciou.

Catdoor

Em Londres, na Inglaterra, gatinhos pretos treinados circularam pela cidade vestindo uma roupinha que fazia promoção do jogo Fear 2. A inusitada campanha publicitária chamou a atenção de quem passava. Humm, loura e linda como eu sou, eu bem que podia me candidatar a modelo também, né?!

domingo, 15 de março de 2009

Para gatinhos poliglotas

Os gatinhos que vão viajar não precisam mais se preocupar em como se comunicar em outra língua, é só seguir a dica da Wikipedia para saber como fazer miau em inglês, alemão, francês, italiano e até em russo. Olhe só:
  • inglês = meow
  • francês = miaou
  • catalão = mèu
  • japonês = nyaa
  • alemão = miau
  • italiano = miao
  • russo = myau
  • ucraniano = ñav
* Para quem não sabe: poliglota é quem fala várias línguas. ;-)

* Ilustração de Elemele

sexta-feira, 13 de março de 2009

Saúde não é brincadeira

Minha dona divulgou hoje lá no blog dela uma campanha que eu apóio e, por isso, pedi para ela me ajudar a divulgar aqui também. É a campanha "Cinomose aqui não", que a ONG WSPA Brasil - Sociedade Mundial de Proteção Animal está promovendo, em parceria com a Merial, para alertar veterinários e donos de cães sobre a importância da vacinação anual e a necessidade de se eliminar essa doença grave, que ainda mata milhares de animais no país.
Nessa campanha, que vai acontecer em abril e maio em todo o Brasil, a Merial doará 5% do total das doses vendidas de suas vacinas contra cinomose (Recombitek C4/CV para filhotes e Recombitek C6/CV para cães adultos) durante esses meses. As vacinas serão encaminhadas para organizações não-governamentais afiliadas à WSPA Brasil que trabalham com cães e possuem médico veterinário. O veterinário de cada uma dessas ONGs selecionadas irá, então, aplicar as vacinas e fornecer ao cliente um cartão de identificação devidamente preenchido.

A doença
A cinomose é uma doença que passa de um cachorrinho para o outro com muita facilidade e quase sempre mata. Ela é conhecida como a doença que cai os quartos, porque os cachorrinhos não conseguem levantar as patinhas traseiras para andar. Os animais que têm essa doença geralmente ficam com dor de barriga (diarréia) e vômito, com o nariz escorrendo e com febre, falta de vontade de comer, tiques nervosos, convulsões e paralisias. Eles também podem ter infecções causadas por bactérias.
Ela não pega em seres humanos, mas as pessoas podem carregar o vírus e transmiti-lo a um cãozinho sadio. A transmissão ocorre através do contato com secreções do nariz e da boca do animal, como por um espirro, por exemplo, e a melhor opção de combatê-la é a prevenção por meio de vacinação.
Atualmente, apenas 7 milhões de cachorros são vacinados todos os anos contra a cinomose, numa população estimada de 30 milhões de animais. Por isso, se você tem um cachorrinho ou conhece alguém que tenha, converse sobre a importância de vaciná-lo contra essa doença. Cuidar da saúde do seu bichinho é a maior prova de amor que você pode dar a ele.

Coceirinha

Olhem só que jeito mais esquisito de descer a escada desse gatinho. Eu acho que ele estava com coceira nas costas.

video

terça-feira, 10 de março de 2009

Ai, que soninho!!!

Muita gente diz que nós, gatinhos, somos preguiçosos porque estamos sempre dormindo. O que as pessoas não sabem é que nossa necessidade de dormir é duas vezes maior do que a da maioria dos mamíferos, o que nos faz passar cerca de 13 a 16 horas por dia dormindo (mas nunca de uma única vez, né?).
Tanto soninho tem uma explicação bem simples: enquanto estamos dormindo, os hormônios de crescimento que estimulam a absorção de proteínas são liberados. Quanto mais atividade fazemos enquanto estamos acordados, maior a nossa necessidade de um sono profundo para recuperar as energias.
Então, é fundamental que os nossos ciclos do sono, que são vários, sejam respeitados para que sejamos saudáveis. Primeiro, começamos a cochilar, mas ficamos alerta, de olho (às vezes um pouco fechado, é verdade) no que está acontecendo à nossa volta. Depois de uns trinta minutos cochilando, caímos num sono profundo, mas esse estágio só dura uns sete minutos. Após isso, a gente volta ao sono leve e fica nessa, alternando do cochilo para o soninho de verdade.



Nosso lugar preferido para dormir é onde nos sentimos seguros e aconchegantes, por isso adoramos nos esparramar na cama dos nossos donos ou no sofá, onde sentimos o cheirinho deles. No inverno, nosso lugar preferido é onde está mais quentinho, como junto à janela onde bate sol ou perto de aquecedores. Já no calor procuramos uma sombrinha, pisos frios e jardins. Também gostamos de lugares altos, difíceis de nos alcançarem.

sábado, 7 de março de 2009

Esconderijo secreto

Depois que a minha hóspede do barulho foi embora, achei que deveria tentar descobrir novos refúgios pela casa para me esconder de visitas inesperadas. Fucei bastante até que encontrei um cantinho quentinho e confortável entre os travesseiros que me pareceu o lugar puurrfeito. Até que a minha dona entrou e me achou camuflada.



Acho que esse esconderijo não era tão secreto assim!

sexta-feira, 6 de março de 2009

Uma hóspede do barulho

Na semana passada, a minha dona maluca teve a "brilhante" idéia de hospedar por uma noite uma filhotinha de labrador de dois meses de idade. Conhece essa raça? Aquela do cachorro impossível do filme Marley e Eu. Então, essa aí mesmo.
Não preciso nem dizer que não achei muita graça nisso, né?! Eu confesso que até fiquei curiosa no início, mas toda vez que eu aparecia a cachorrinha vinha pulando na minha direção e abanando o rabo tão rápido que mais parecia um chicote.
Não gostei da brincadeira, ainda mais porque a primeira coisa que ela fez quando chegou foi comer a minha ração. Depois, sem a menor cerimônia, ela foi na minha torre de arranhar e espalhou todos os meus brinquedinhos, babou o meu ratão e deixou as minhas bolinhas cheias de furinhos, que fez com aqueles dentinhos fininhos de leite. Argh!! Fiquei muito irritada! Ainda bem que esse pesadelo só durou uma noite.
Olhe a abusada aí na foto mordendo o meu ratão de estimação.

domingo, 1 de março de 2009

Para esclarecer

Gente, o post anterior, que falava da campanha contra o uso de couro de gato na fabricação de tamborins, deixou muita gente preocupada. Por isso, vou esclarecer: os tamborins de hoje são feitos de nylon e acrílico, mas resistentes à água da chuva que, às vezes, atrapalha os desfiles das escolas de samba.

Essa história de couro de gato é quase uma lenda... É que houve uma época em que se dizia que o tamborim feito do nosso couro era melhor. Isso foi invenção do seu Valdomiro Tomé Pimenta, velho mestre da bateria da Mangueira, uma das mais tradicionais escolas de samba aqui do Rio de Janeiro, que dizia que cabrito, carneiro e até nós, gatinhos, tínhamos as melhores peles para produzir os mais autênticos e puros sons.

Mas, segundo Mestre Marçal - um dos mais consagrados mestres de bateria da história do samba -, isso é mito e o couro usado antigamente nos tamborins sempre foi o de boi. História da carochinha ou não, essa maldade já foi até cantada em música. Ouve só...